sábado, 1 de janeiro de 2011

O Nada.

  
O Nada não acrescenta porque na verdade ele não é nada…
É exatamente igual ao quase que o Luis Fernando Veríssimo fala em seu texto intitulado “Quase”, que transcrevo um pedacinho aqui:
Ainda pior que a convicção do não, e, a incerteza do talvez 
É a desilusão de um “quase”. 
É o quase que me incomoda, que me entristece, que
me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.
Tenho me sentido assim…
Sufocada pelo quase…

Elaine Vasconcelos

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